Para quem não sabe o que é um MEC = Ministro Extraordinário da Comunhão:
Os ministros extraordinários da comunhão devem ser escolhidos entre a
comunidade cristã respectiva e devem ser pessoas idóneas e com boa
prática cristã. Na maior parte das dioceses, os candidatos, antes de
assumirem as suas funções, recebem uma formação litúrgica e doutrinal
que lhes permita exercer a sua função com a máxima dignidade e decoro.
No fim de tal formação, são admitidos pelo bispo às funções para que
foram escolhidos, o que nalguns casos é feito numa celebração litúrgica.
Normalmente, a função é atribuída por um determinado prazo, que
geralmente pode ser renovado.
No entanto, para o caso duma celebração em que são necessários os
serviços dum ministro extraordinário da comunhão e não se encontra
nenhum na assembleia, pode ser designada nesse momento uma pessoa idónea
que auxilie o presidente da celebração. O missal romano apresenta, para
esse efeito, uma fórmula de designação eventual de ministro
extraordinário da comunhão. Neste caso, porém, a designação desse
ministro cessa ao terminar a celebração.
Funções
São estas as funções dos ministros extraordinários da comunhão:
distribuição da comunhão na missa.
distribuição da comunhão fora da missa, aos doentes ou outras pessoas que com razão o solicitem.
administração do viático.
exposição do Santíssimo Sacramento para adoração dos fiéis (mas não a bênção com o mesmo).
Todas estas funções devem ser realizadas em caso de necessidade, ou
seja, quando não houver ministros ordenados disponíveis ou em número
suficiente. Face a alguns abusos neste sentido, a Congregação para o
Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, de acordo com o Papa João
Paulo II, declarou, na instrução Redemptionis sacramentum que "se
habitualmente estiver disponível um número de ministros sagrados
suficiente para a distribuição da Sagrada Comunhão, não se podem
designar para esta função ministros extraordinários da Sagrada Comunhão.
Em tais circunstâncias, aqueles que estejam designados para tal
ministério não o exerçam. É reprovável a prática daqueles Sacerdotes
que, embora estejam presentes na celebração, se abstêm de distribuir a
Comunhão, encarregando os fiéis dessa função.
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